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Ser cristão é crer em Cristo. Já o resto…

     Alguns termos foram tão distorcidos com o passar do tempo, que quando se diz “cristão”, o único consenso é que estamos falando de alguém que segue uma religião ou que professa uma fé baseada em uma pessoa que teria vivido há 2 mil anos, chamado (nome transliterado) “Jesus”. Não tem a ver com o coração dessa pessoa, tampouco com sua vida, com sua consciência ou com seu comportamento.
     Mas tenho que corrigir, pois quando digo que é “consenso” que se trata de uma religião ou fé, entro em contradição, pois não acredito que sequer os conceitos de “religião” e de “fé” sejam consensuais. Tampouco é consenso a percepção humana do que teria sido (em ensinos e em atitudes) esse Jesus.
     Para alguns, “religião” é algo com um poder místico que faz a união entre homens e Deus; para outros, religião é um fenômeno institucional, humano; para outro grupo, é algo divino, mas que significa o que Deus teria feito por nós na Cruz.
     “Fé” para alguns é uma aposta existencial, uma entrega de si; para outros, é uma crença, um conjunto de doutrinas, histórias e ensinamentos morais que se acredita e segue; para outro grupo é um instrumento para conquista, uma “lâmpada mágica” que seria capaz de mover a mão de Deus para satisfazer os desejos (na maioria das vezes egoístas) do homem.
     Conclusão: um só termo para descrever uma infinidade de coisas. Somente um “milagre” mesmo para saber do que se está falando quando se usa um desses rótulos.
Autor: Wésley de Sousa Câmara
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